Editorial: Procura-se cantoras para acabar com a mesmice da Fake Pop World.
A Fake Pop World é o maior portal de divulgação dos artistas virtuais que existe, aliás é o único que existe, claro que existem artistas que não fazerm parte dela e divulgam a sua carreira individualmente sem apoio das gravadoras ou da comunidade em questão. Mais é errado dizer que a Fake Pop World não está crescendo, artistas novos estão surgindo ou artistas independentes estão se juntando a comunidade, um exemplo desses é a cantora GA31(GABI) que se juntou a comunidade a pouco tempo.
Porém, de uns tempos para cá, a Fake Pop World está caindo na mesmice, ou seja, no clichê absoluto. Ultimamente, todos os artistas usam sexo, recalque e ostentação em suas músicas para atrair olhares do público, o problema é que o que era engraçado há 3 anos atrás, hoje está se tornando apelativo. Músicas sobre sexo sempre existiram, porém, atualmente isso está muito explícito em todas as músicas e isso está se tornando cansativo, o pior de tudo é que isso é o que move a comunidade. Embora existam alguns artistas que fogem ao padrão e fazem músicas "conceituais" eles, em geral, não fazem mais sucesso do que artistas que seguem ao estilo Pornomusic, ou seja, um artista do estilo da Gabi nunca terá um vídeo com mais de 10 mil visualizações porque simplesmente não segue aos padrões e não dá ao público o que eles querem: sexo!
Desde seus primeiros artistas, que chegaram em 2009, a Fake Pop World sempre teve artistas que seguiam ao rumo do sexo e ao rumo do conceitual, porém estes artistas nem sempre tiveram o tanto de reconhecimento que a Shakiria Gaga atualmente tem e ninguém pode negar isto, quer saber por quê? Vamos fazer um teste, vá a todas as pessoas do seu chat e pergunte a elas se já ouviram falar da cantora Sailines, obviamente 70% delas vai te perguntar "Quem é essa?" e eu lhes digo quem é essa: Sailines foi uma das primeiras cantoras a chegar na Fake Pop World, na mesma época em que Shakiria Gaga chegou, Sailines foi uma das poucas artistas da época que não seguiam a este ritmo apelativo/sexual que tínhamos antigamente, mas mesmo assim era uma artista de peso e uma das grandes influências para muitos artistas do time da Fake Pop World de atualmente. Sailines deletou o seu canal no YouTube quando foi foi embora da Fake Pop World, mas ela nos deixou seu último adeus e vou lhes dizer: Vale a pena escutar!
Sailines também nos deixou um outro presente que todos conhecem, admiram e idolatram por seu trabalho cenográfico e musical, presente este chamado Zora Venka.
A Fake Pop World foi crescendo e a comunidade que se resumia apenas ao Pornopop/Second Life ganhou uma nova plataforma, o IMPOP/IMVU. Lady Tulla e Caxxandra foram as primeiras artistas de IMPOP a existir, Lady Tulla não durou muito como Lady Tulla mas nos deu uma ótima artista que nos acompanhou por anos no Second Life até voltar para suas origens no IMVU, sim, eu estou falando de Maria Sanchez. Maria também é muito conhecida por não viver nas mesmices das músicas apelativas/sexuais e por suas ótimas produções tanto em músicas, tanto em composições. Tendo como seu álbum mais conhecido e aclamado, Moonlight, e seu último álbum na plataforma do Second Life, Viciosa!
Fora estas artistas, também existiram/existem artistas que seguem os padrões normais da Fake Pop World e estes são os mais aclamados, claro, eles têm talento, mas o problema é que, atualmente, todos estão usando os mesmos temas, as músicas falam sobre sempre o mesmo conceito, a única coisa que muda é a forma com que as letras são compostas. Antigamente era engraçado, porque os artistas usavam palavras derivadas ou expressões conotativas para se referir a este tema, mas hoje tudo é tão explícito, o vocabulário de alguns artistas está tão chulo e inapropriado que as músicas, que tinham tudo para serem engraçadas e ótimas, se tornam cansativas e maçantes. Os artistas do Pornopop/Second Life são os que mais caem nessa mesmice, atualmente eu digo para vocês que assisto a maioria dos videoclipes no mudo porque a videografia continua impecável(graças a Deus) mas as músicas estão cada vez mais me cansando. Posso dizer que o último acerto 100% perfeito de um artista da Fake Pop World foi Tijolophone. Shakiria reuniu vários artistas numa música, a tornou engraçada e fez com que Tijolophone se tornasse o vídeo mais visto da história da Fake Pop World. Por falar nisso, um beijo pra Shakiria que até hoje não nos presenteou com a continuação desse hit maravilhoso.
O bom disso tudo é que no meio de tantos erros e clichês absurdos que alguns artistas nos presenciam, muitos deles sabem usar o tema sexual a seu favor e não transformar suas músicas apelativas, e onde estão estes artistas? Bom, a maioria, está no IMPOP e a que mais se destaca por isso é a cantora Gozzane. Gozzane tem uma videografia impecável e suas letras não caem na mesmice e consegue atingir o objetivo que todos querem atingir: ser um ótimo entretenimento para o público!
Mas fora os artistas que falam de sexo, nós também temos artistas que nos comovem com suas músicas, aquelas músicas que tocam o coração dos ouvintes com suas letras ou que nos fazem relaxar com músicas mais suaves sobre temas aleatórios. Estes artistas, em geral, não se importam muito com posições altas em charts ou em ter 40 mil visualizações, ou seja, não fazem música por sucesso, fazem música por amor, ter sucesso é um bônus que os melhores conseguem. Estes, em geral, são os meus favoritos.
Enfim, a Fake Pop World em geral está caindo na mesmice e são poucos os artistas que ainda conseguem entreter o público com músicas apelativas ou sexuais, mas onde isso vai parar? Ninguém vai ficar aqui para sempre e todos queremos que a Fake Pop World continue crescendo, mas para atrair novas pessoas as músicas precisam ser atrativas e humorísticas, o que poucas estão sendo. Alguns artistas ainda fazem o seu papel com perfeição, outros não. Mas e os artistas conceituais? Ah, esses são os que mais têm talento e futuro, não desmerecendo os outros artistas, mas é que ouvir uma música que não fala sobre sexo apelativo na Fake Pop World é tão raro que, na maioria das vezes, se torna inovador.


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